sábado, 30 de dezembro de 2017

*A GRANDE TRANSIÇÃO PLANETÁRIA  2018*

AS DOBRAS DO VÉU.

Amados!! O ano de 2018 está chegando, e com ele, um grande recomeço para a humanidade.

Principalmente para aqueles que se propuseram às mudanças do seu EU INTERIOR.

Tivemos quatro anos a partir de 2012 para as adaptações energéticas, a mudança da nossa consciência mental para o Chácra Cardíaco e fazer as primeiras limpezas internas.

Em 2016 as máscaras que ocultavam a verdadeira identidade de cada ser humano, começaram a cair uma a uma, revelando também todas as nossas imperfeições.

Isso não teve por finalidade mostrar quem os outros são, mas sim, mostrar para nós mesmos quem de fato somos.

Era preciso reconhecer por debaixo das máscaras, as nossas imperfeições para que pudéssemos *aceitá-las, iluminá-las e curá-las*

Na sequência, veio um 2017 varrendo tudo aquilo que ainda não havia sido removido, ou que negávamos a mexer, aceitar e curar.

*Este foi o ANO DA DESCONSTRUÇÃO*

Não se pode refazer uma obra sem antes desmanchá-la.

Não se pode construir nada sólido em cima de base instável.

E 2017 foi o ano de firmar esta base.

Estava sendo anunciado pelos Amparadores da Luz que formam o COMANDO PLANETÁRIO, que estes três últimos meses do ano seria como *uma acomodação de rochas*. Muita depressão, ansiedade e pânico, uma somatização pelo medo da mudança.

Essa "desconstrução" em 2017 foi necessária para que entremos em 2018 prontos para um novo início.
Um duplo início, pois é um ano 11.

Este será o  primeiro ano 11 banhado pela Luz Fotônica do Sol Central Galáctico. Isso faz toda a diferença!

Este último trimestre de 2017 está fazendo um Raio X de nossa alma. Dores na alma e reflexão sobre quem somos nós.

Vai erguer cada DOBRA DO NOSSO VÉU e mostrar a cada um de nós aquilo que ainda estava escondido.

Não há o que fazer, senão reconhecer que cada mancha escura que está lá, nos pertence e necessário é que liberemos para ser curada.

Não é momento para resistência, medo, vergonha ou ego. O falso self será mostrado.

*É uma oportunidade única de reconhecer as imperfeições que ainda restam a ajustar*

A ansiedade, as angústias, as dores injustificadas, as dificuldades de toda ordem, mas principalmente essa sensação de vazio existencial que está acometendo uma grande parcela da humanidade, nada mais é que a resistência ou a dificuldade de compreensão sobre o grande momento que estamos vivendo.

Aquilo que ainda não foi curado em nós, vai ressurgir de uma forma ou de outra.

É uma oportunidade de iluminarmos, visto que o próximo ano vai ser propicio aos avanços necessários dentro desta Transição Planetária, para mudanças importantes no nosso planeta.

*Existe uma parcela da humanidade que veio preparada para fazer a sua transformação, e ao mesmo tempo, ajudar os outros a despertar*

 Esses, também segundo tais informações, não estão isentos de resgates, mas vêm com todas as condições de fazê-los inteiros ainda nesta atual existência.

 Todas as pendências de vidas passadas irão surgir uma a uma, quer queiramos ou não.

 Entretanto, ao resgatá-las, adquirimos experiências para orientar os demais que também passarão por tais circunstâncias.

É a oportunidade que temos de iluminar as nossas sombras e nos transformar no ser cristalino que vai habitar a Nova Terra.

É o NOVO HUMANO sendo gerado. O homem novo que surge. Empatia, solidariedade e amor.

 As crianças que nascem agora, já vêm com essa nova configuração energética.

Também é certo que muitos decidirão por seu livre arbítrio, continuar na sua acomodação e negar que sob as dobras do seu véu haja qualquer coisa que necessite ser iluminado.

Como já sabemos, a estrada da vida no presente momento encontra-se em bifurcação: um caminho acolherá os que tiverem a energia da Quinta Dimensão.

O outro seguirá com aqueles que permanecerem vibrando na 3D.

Muita coisa surpreendente virá em 2018. *O nosso poder curador estará potencializado*

As nossas intuições serão nossos guias.
O nosso PODER INTERIOR aflorará de forma surpreendente.

O VELHO PODER CONTROLADOR começará a ruir já neste próximo ano. Controlar irá significar atraso diante a necessidade de evoluirmos.

O desmantelamento desta velha hierarquia se fará de forma rápida e definitiva.

Fenômenos naturais serão mais frequentes, pois a Terra que se ilumina cada vez mais, também vai expurgar as suas sombras; principalmente as energias negativas geradas pelo ser humano.

Porém, devemos lembrar que cada um está no seu devido degrau nesta escada da evolução.

De acordo com o degrau, a visão que se tem é diferente dos demais. E essa visão determina a compreensão que cada um vai ter de acordo com o seu momento presente.
O certo e o errado não serão mais antônimos e nem motivos para classificar qualquer coisa.

São oportunidades que virão para que tenhamos o discernimento de autoavaliarmos e fazer as correções finais, pois o tempo está acelerado.

Fique atento à tudo aquilo que te tira do conforto neste último trimestre de 2017. Entre em contato e reflita para mudar.

É o Universo te entregando as ferramentas, deixando-o preparado para entrar em 2018 num novo início.

O início de um Novo Tempo onde seremos mais cristalinos...mais transparentes, sem manchas. “Deixe a Luz entrar em você e iluminar todas as dobras do véu*

Psicografado por Vital Frosi
Rio de Janeiro 09/12/2017
Centro Espírita Seara de Jesus

domingo, 10 de janeiro de 2016

PSICOGRAFIA DE MICHAEL JACKSON

PSICOGRAFIA DE MICHAEL JACKSON



Neste humilde relatório entre o Céu e a Terra, estava eu, este milenar obreiro, psicografando em 04 de Março do presente ano quando, exatamente às 11 horas, interrompi surpreso os meus afazeres para acompanhar o Programa Domingo Legal, onde o iluminado apresentador Celso Portiolli, na abertura de seu programa, apresentava um menino, o “Mini Jackson”

O meu coração disparou! Fiquei ofegante porque diante dos meus olhos lacrimejantes estava a minha obra musical, os meus movimentos corporais sendo representados por um ser angelical. Em espírito ajoelhei-me agradecendo a Deus esta imensa benção.

Não é segredo o meu amor pelas crianças. Por mais que eu tenha padecido, o ensinamento “Vinde a mim as criancinhas” precisa ser exercido! Juro que as ofensas, os açoites morais não doeram, muito pelo contrário, me elevaram perante o Criador, nosso Supremo Criador. A apresentação desse menino e sabedouro de muitos outros, sejam estes crianças ou adultos que mantém o meu nome, revelam-se a minha recompensa. Eu sofreria se não tivesse deixado nenhuma obra a ser seguida!

Foi muito angelical! Fiquei conectado, envolvido, assistindo a todas as apresentações. Eram inúmeras as crianças que desfilavam os seus talentos e, à medida que o programa transcorria, eu orava para que todos pudessem obter seus lugares no mundo artístico.

Durante a apresentação do ilusionista Mário Kamia, a saudade dos meus amigos David Copperfield  e Uri Geller embalou minha emoção. E porque não confidenciar-lhes que, assistindo as crianças, a imensa saudade que sinto dos meus filhos intensificou-se. É complicado! Dói, dói muito... 

Bem, cabe-me avisar-lhes que ao longo destes últimos vinte e poucos anos atuo através da mesma médium. A princípio, na condição de viajante astral (perispírito) e nos últimos quase 3 anos como incorpóreo (espírito). Meu ritmo de atuação permanece o mesmo. Citar-lhes todos os títulos de livros dos quais participei é o mesmo que contar estrelas no céu. Citarei apenas o livro “O  Pódium da Imortalidade” onde, mesmo em períspirito, não omiti meu verdadeiro nome. Além de livros também incluam letras de músicas, melodias e poesias.  A mesma médium me amparando!

Perdoem-me se fui e continuo sendo o Michael Jackson... Se o meu nome causa-lhes espanto, conversem com Deus e Ele poderá esclarecer-lhes!

Este meu simplório contato é para que meus fãs e eu possamos estar em confraternização. É também para aqueles que enviaram inúmeros e-mails e telefonemas perguntando sobre mim. A vocês dedico o meu respeito, pois continuam sendo minha dignidade, meus raios de Sol. Considero-os extensão da minha família. 

E por falar em família, aproveito o momento para mandar um imenso abraço e beijos afetuosos para meus filhos e, ampliando este abraço, incluo em especial a Dra. Marcela Gadben, que sei ter seguido para Los Angeles a fim de assistir o meu cerimonial. Acompanhei tudo, Marcela! Seu desprendimento não passou despercebido por mim. E para você, querida Walkíria de Jesus Menezes Moura, todo o meu afeto e o pulsar do meu coração!

Para todos que acreditam na imortalidade e para aqueles que não creem, eu peço apenas que continuem cuidando do planeta e de tudo que nele habita: crianças, idosos, jovens, animais, plantas. 

Por favor, cuidem uns dos outros porque a vida é uma intensa viagem, é um imenso carrossel de emoções onde a alegria e a tristeza caminham juntas. Sempre que oramos e vigiamos fazemos com que a vida torne-se suave. Quando transformamos a nossa angústia, o nosso pesadelo em uma imensa nuvem precisamos usar o travesseiro da compaixão para pousarmos a nossa consciência. 

Somos frutos de um mesmo Criador! Não importa a religião que professamos, importa o amor que emanamos. Esse é o ensinamento: “Amai-vos uns aos outros!”. Percebo que o ser humano tornou-se egoísta ao defender suas religiões. Por que isso? Respondam para os seus corações o porquê deste egoísmo religioso desenfreado. Jesus não defendeu esta ou aquela religião, ensinou a amar ao próximo. Então é isso que vocês devem fazer para realmente serem salvos! 

Orem e vigiem porque é necessário, muito necessário! Estou bem! Tudo eternamente estará ainda melhor porque o Criador é por mim e através Dele, por Ele, sempre sou, estou e estarei!

Amo... amo... e amo vocês, meus filhos! Amo vocês, meus familiares! Amo meus fãs e amigos! Continuo amando a humanidade! 

Que Deus Soberano pegue-os pelas mãos, os guie e os envolva em Sua Infinita Sabedoria! Deus os abençoe! 

Com amor, 
MICHAEL J. JACKSON 

Texto psicografado pela médium:
CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

domingo, 3 de janeiro de 2016

A vida é uma dança.

Esse foi o melhor texto que li esse ano:

A vida é uma dança...

Quando uma porta se fecha, outra se abre; quando um caminho termina, outro começa... nada é estático no Universo, tudo se move sem parar e tudo se transforma sempre para melhor.
Habitue-se a pensar desta forma: tudo que chega é bom, tudo que parte também. É a dança da vida... dance-a da forma como ela se apresentar, sem apego ou resistência.

Não se apavore com as doenças... elas são despertadores, têm a missão de nos acordar. De outra forma permaneceríamos distraídos com as seduções do mundo material, esquecidos do que viemos  fazer neste planeta. O universo nos mandou aqui para coisas mais importantes do que comer, dormir, pagar contas...

Viemos para realizar o Divino em nós. Toda inércia é um desserviço à obra divina. Há um mundo a ser transformado, seu papel é contribuir para deixá-lo melhor do que você o encontrou. Recursos para isso você tem, só falta a vontade de servir a Deus servindo aos homens.

Não diga que as pessoas são difíceis e que convivência entre seres humanos é impossível. Todos estão se esforçando para cumprir bem a missão que lhes foi confiada.  Se você já anda mais firme, tenha paciência com os seus companheiros de jornada. Embora os caminhos sejam diferentes, estamos todos seguindo na mesma direção, em busca da mesma luz.

E sempre que a impaciência ameaçar a sua boa vontade com o caminhar de um semelhante, faça o exercício da compaixão. Ele vai ajudá-lo a perceber que na verdade ninguém está atrapalhando o seu caminho nem querendo lhe fazer nenhum mal, está apenas tentando ser feliz, assim como você.

Quando nos colocamos no lugar do outro, algo muito mágico acontece dentro de nós: o coração se abre, a generosidade se instala dentro dele e nasce a partir daí uma enorme compreensão acerca do propósito maior da existência, que é a prática do AMOR. Quando olhamos uma pessoa com os olhos do coração, percebemos o parentesco de nossas almas.

Somos uma só energia, juntos formamos um imenso tecido de luz... Não existem as distâncias físicas. A Física Quântica já provou que é tudo uma ilusão. Estamos interligados por fios invisíveis que nos conectam ao Criador da vida. A minha tristeza contamina o bem-estar do meu vizinho, assim como a minha alegria entusiasma alguém do outro lado do mundo. É impossível ferir alguém sem ser ferido também, lembre-se disso.

O exercício diário da compaixão faz de nós seres humanos de primeira  classe.
                      NAMASTÊ

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Desencarnação:

Desencarne 2
Desencarnação: 
Processo de Transição

Morte é a cessação da vida orgânica; desencarnação é a libertação do Espírito imortal, período de transição, na sua mudança de plano. “A morte é hereditária” (1) e quando o corpo morre, o Espírito está pronto para delivrar-se, porque “não é a partida do Espírito que causa a morte do corpo; esta é que determina a partida do Espírito;”(2) mas este, nem sempre está em condições de fazê-lo. Neste caso, a morte biológica acontece mas, o Espírito não se desprende, não se liberta, fica preso ao corpo físico, isto é, continua encarnado, porque “nem todos os que morrem desencarnam.” (3)

“Disse-nos, certa vez, um suicida: ‘Não estou morto.’ E acrescentava: ‘No entanto sinto os vermes a me roerem.’ Ora indubitavelmente, os vermes não lhe roíam o perispírito e ainda menos o Espírito; roíam-lhe apenas o corpo. (…) Era antes a visão do que se passava com o corpo, ao qual ainda o conservava ligado o perispírito, o que lhe causava a ilusão, que ele tomava por realidade.” (4)
A reencarnação não é um processo punitivo, mas educativo, pois aqui “é escola, é prisão, é hospital”; para atingir a perfeição, a felicidade e a plenitude, é necessário renovar-se na experiência da matéria densa.. Tendo escolhido o caminho do progresso, evoluído, e assim realizado a sua reforma íntima, ou, ao contrário estagnado, com a ressalva que, por mínimo que seja, sempre se evolui alguma cousa, inexoravelmente sobrevém a morte (Fig. 1) , que é a fatalidade do corpo físico, assim como “a evolução é a fatalidade do Espírito“(5), um dos objetivos da reencarnação.(4); o outro é ” trabalhar para o Universo, como o Universo trabalha para nós, tal é o segredo do destino” (6), “é por o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação (…) e concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.” (4) (FIG. 1); este último é atingido consciente ou inconscientemente pelo Espírito. A reestruturação ou não de seu perispírito, vai depender em ter atingido ambos os objetivos, com influências importantes no seqüênciamento do processo desencarnatório. Quanto mais depurado esteja mais fácil se torna o seu desligamento gradual, porque “os laços se desatam, não se quebram.” .(4)
Dois fatores são seqüenciais à morte (Fig. 1), ocorrendo paralelamente e vinculados às suas circunstâncias e ao grau evolutivo do Espírito desencarnante:
        o desprendimento do corpo físico
        a perturbação do Espírito.


Léon Denis assinala que deveríamos chorar na hora da reencarnação, que é um momento de intenso sofrimento para o Espírito, e rirmos na hora da morte, quando o Espírito se liberta, já que encarnação é seu encarceramento fluídico e a desencarnação a sua libertação; isto, é importante frisar, se o Espírito cumpriu os objetivos da encarnação, porque se não o fez, serão dois choros, um ao encarnar e o outro ao desencarnar, tal a influência que esta sua conduta projetará na desencarnação.
O desprendimento.
Ao reencarnar o Espírito se liga ao corpo, através de seu perispírito, que a ele se une, molécula a molécula, átomo a átomo e ao desencarnar, inversamente se desprende, também, átomo a átomo, molécula a molécula.
O princípio vital e´ “o interruptor da vida”,(7) enquanto que o fluido vital é a eletricidade que carrega nossas baterias, o fluido cósmico animalizado; ao ser desligado aquele, a vida se esvai, cessa e sobrevem a morte (morte natural), que se dá por esgotamento do fluido vital ou embora com sua presença, por falência orgânica súbita (morte violenta), ficando ele impotente para transmitir o movimento da vida. (8) Esta fuga energética do corpo físico e do perispírito, que se encontravam dela impregnados, desde o primeiro instante da concepção, realiza-se de forma suave ou abrupta,(Fig. 1) de acordo com a sua distribuição, que é peculiar a cada ser, a cada órgão, a cada célula; há nos centros vitais ou de força, maior atividade vital e pontos de ligação com maior densidade entre o Espírito-perispírito e o corpo físico; destes o que tem mais forte esta união com o Espírito, via perispírito, é o centro coronário ou regente que, pelo fato mesmo, é o último que se desliga, desfazendo-se as conexões Espírito-perispírito-glândula pineal, a “glândula da vida espiritual”. O rompimento destes laços fluídico-magnéticos que compõe o cordão fluídico ou de prata, representa o selo da desencarnação, iniciando-se pelas extremidades e terminando, como dissemos, no cérebro.
A natureza das demais ligações dos centros vitais, variam de acordo com cada ser, dependentes da evolução do Espírito, modulador e estruturador do perispírito e portanto de suas ligações com a matéria densa, através dos centros vitais controladores e seus órgãos súditos e que serviço prestou ao comandante de suas ações_ o Espírito. Assim quem usou desregradamente o sexo, ou praticou aborto, por exemplo, terá suas ligações com o centro vital genésico difíceis de serem desligadas; quem foi tabagista inveterado, igualmente terá fortes ligações fluídico-magnéticas com o centro cardíaco, a retardar o processo desencarnatório, e daí por diante.
Assim o desprendimento acontece de forma lenta (envelhecimento natural, doenças crônicas, etc.) por esgotamento do fluido vital, ou de forma abrupta (morte violenta: acidentes, desastres, assassinatos, suicídios) por injúria grave, determinando a incapacidade funcional orgânica definitiva.(FIG. 1); nos primeiros, o desligamento já vinha se fazendo quando ocorreu a morte e nos últimos, a morte corresponde ao início do processo desencarnatório; eqüivale a dizer que o período morte-libertação, genericamente, é maior nestes. Com os Espíritos evoluídos ocorre que o momento da morte corresponde ao da libertação, mas, ao contrário, certos Espíritos que têm seu perispírito ainda muito densificado, ficam presos ainda ao corpo, após a morte.
“O Espiritismo, pelos fatos cuja observação ele faculta, dá a conhecer os fenômenos que acompanham esta separação, que, às vezes, é rápida, fácil, suave e insensível, ao passo que doutras é lenta, laboriosa, horrivelmente penosa, conforme o estado moral do Espírito, e pode durar meses inteiros”, (2) e até anos.
A perturbação.
A consciência é do Espírito e após a morte corporal, ele passa por um período variável de perturbação, de acordo com o estado moral da alma, “fruto das suas construções mentais, emocionais e volitivas” (9) e o gênero ou circunstâncias da morte, para voltar a readquiri-la.
O Espírito purificado se desvencilha dos tênues laços que o prendiam ao corpo físico, tomando então consciência de si mesmo, da sua volta ao mundo espiritual e da memória do passado, que é também do Espírito e aos poucos vai retornando do inconsciente, sediado no perispírito (8); este “livro misterioso, fechado a nossa vista, durante a vida terrena, abre-se no espaço. O espírito adiantado percorre-lhe à vontade as páginas (…).” (6) Nestes casos a sensação é de alívio, como quem acordou de uma intervenção cirúrgica e obteve alta, curado; não é pois, nem penosa, nem duradoura; é um despertamento, pois a “vida na carne é o sono da alma; é o sonho triste ou alegre.” (6)
Naqueles Espíritos que não aproveitaram o retorno à vida corporal, para sua evolução, estagnados na escala do progresso, o desencarne será um processo extremamente doloroso, “tétrico, aterrador, ansioso (…) qual horrendo pesadelo” (10), demorado e a perturbação espiritual que se seguirá, será muito intensa e prolongada; muitas vezes, mal se lembram até da última encarnação e muito menos das outras, em mais uma concessão da bondade e da misericórdia divina, mas um dia o farão, pois terão que “entrar no conhecimento do seu estado, antes de serem levadas para o meio cósmico adequado ao seu grau de luz e densidade. “(6)
Na morte violenta, situação não esperada na maioria das vezes pelo Espírito, sua conscientização da morte e conseqüente passagem à vida espiritual é difícil e demorada, tanto mais prolongada quanto menor a evolução espiritual.
        
Na Espiritualidade.
 
A espiritualidade não está parada, nem contemplativa, ao contrário, trabalha incessantemente e “Espíritos evoluídos, com fortes vínculos com a caridade”, (11) se incumbem da tarefa da desencarnação, ajudando nos desligamentos dos laços que unem o Espírito ao corpo físico, sob influxo do pensamento divino. Espíritos amigos e familiares, já desencarnados, colaboram nesta tarefa. Esta mesma atuação, pode ser prejudicada por Espíritos inimigos, obsessores até, que têm a finalidade de tornar o desligamento mais penoso, contribuindo também para maior perturbação do Espírito desencarnante, seu desafeto.
Destino dos componentes do homem.
      
Após a morte, o corpo físico desintegra-se, seguindo as leis físico-químicas, que também são divinas, nunca mais voltando a recompor-se, ou destinar-se à ressurreição, que seria desprovida de qualquer finalidade.
O fluido vital volta ao seu lugar de origem _ o fluido cósmico ou universal.
O perispírito poderá apresentar modificações em relação à sua densidade; não se segmenta e não se sedimenta; se depura, tornando-se tanto mais sutil quanto maior for o progresso espiritual.
O Espírito pode apresentar modificações em relação ao seu estado moral reencarnatório, porque o “Espírito evolui, tudo o mais se transforma”, por menor que seja esta mesma evolução, às vezes mínima, o que não pode nunca acontecer, é retrogradar.

Conclusão 
Um dia, depois da morte corporal, nós teremos um decisivo encontro marcado com nós mesmos, nos recônditos da nossa consciência, apanágio do Espírito, onde foram impressas por Deus as suas leis morais (4); aí serão julgados por ela, todos os nossos atos da senda reencarnatória, no uso do nosso livre arbítrio e comparados com os nossos propósitos ao reencarnar, escolhidos ou impostos pela justiça divina, sempre de acordo com as aptidões de cada um; depende de nós, e só de nós, se este será o “dia mais feliz de nossa existência”, momento de puro êxtase ou, “ao contrário, o pior deles”, o seu momento mais fatídico.

“Cremos que a educação para o desencarne implica na educação para a vida”. (9), para que consigamos a morte de que nos fala Hernani Santanna :(12)

“A morte (…) é a liberdade !

        É o vôo augusto para a luz divina,
sob as bênçãos da paz da eternidade!
É bem começo de uma nova idade,
antemanhã formosa e peregrina,
da nossa vera e grã felicidade.”
https://espacoespiritual.wordpress.com/page/2/

sábado, 19 de dezembro de 2015

Por que os cães vivem menos que as pessoas?

Por que os cães vivem menos que as pessoas?

Aqui está a resposta (por uma criança de 6 anos):

Sendo um veterinário, fui chamado para examinar um cão de 13 anos de idade chamado Batuta.
A família esperava por um milagre.

Examinei Batuta e descobri que ele estava morrendo de câncer e que eu não poderia fazer nada...
Batuta foi cercado pela família. O menino, Pedro,  parecia tão calmo, acariciando o cão pela última vez, e eu me perguntava se ele entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. Ouvi a mãe se perguntando por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos...

Pedro disse:'' Eu sei por quê.''

A explicação do menino mudou minha maneira de ver a vida.

Ele disse: - ''A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós.''

O moral da história é:

Se um cão fosse seu professor, você aprenderia coisas como:

* Quando teus entes queridos chegarem em casa, sempre corra para cumprimentá-los.

* Nunca deixe passar uma oportunidade de ir passear.

* Permita que a experiência do ar fresco e do vento, na sua cara, seja de puro êxtase.

* Tire cochilos.

* Alongue-se antes de se levantar.

* Corra, salte e brinque diariamente.

* Melhore a sua atenção e deixe as pessoas te tocarem.

* Evite "morder" quando apenas um "rosnado" seria suficiente.

* Em um clima muito quente, beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore frondosa.

* Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

* Delicie-se com a simples alegria de uma longa caminhada.

* Seja fiel.

* Nunca pretenda ser algo que não é.

* Se o que você quer, está "enterrado"... cave até encontrar.

E nunca se esqueça:
" Quando alguém tiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que vc está ali.."

EIS O SEGREDO DA FELICIDADE QUE OS CÃES TODOS OS DIAS NOS ENSINAM....😘Digite uma mensagem

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

As Profecias de Mitar Tarabich



quinta-feira, 3 de setembro de 2009

As Profecias de Mitar Tarabich



Mitar Tarabich (1829-1899), um camponês analfabeto de uma pequena vila sérvia chamada Kremna, teve visões proféticas ocasionais. Sendo uma pessoa religiosa e tendo um avô sérvio católico ortodoxo, ele falou sobre os episódios de "ver o futuro" para os padres do local. O padre Zharije Zahrarich (1836-1918) escreveu tudo num pequeno caderno, que foi danificado pelo fogo em 1943 quando a sua casa de família foi destruída na época da ocupação do exército búlgaro. Este texto é posse da família do neto de Zaharich, o Sr. Dejan Malenkovich.

Quando Tarabich fala “nós” ele quer dizer os sérvios; mas ele não distingue croatas, sérvios, eslovenos etc... Para ele, qualquer pessoa que falasse a sua língua era um sérvio. Talvez esta seja importante notar que não sabemos o quanto as profecias de Tarabich foram influenciadas pelas suas próprias opiniões; o que significa que os adjetivos usados para descrever as pessoas e os eventos que ele viu poderiam ser um reflexo da sua interpretação “de camponês” dos eventos.


Predições e Eventos Até O Fim da Primeira Guerra Mundial

“Depois do assassinato do Rei e Rainha (Alexandar e Draga Obrenovich) os Karageorgevichs sobem ao poder. Eles começarão a guerra com os turcos. Quatro países cristãos atacarão a Turquia e a nossa fronteira será no rio Lim. Então nós finalmente conquistaremos e vingaremos Kosovo...”

Fatos históricos:
1903 – Alexandar e Draga Obrenovich são assassinados pelos seus próprios guardas, e Petar Karageorgevich se torna o líder da Sérvia.
1912 – A guerra estoura entre a Sérvia e a Turquia. Com a ajuda da Grécia, Bulgária e Montenegro (três outros países cristãos). A Sérvia ganha a guerra rapidamente e move a sua fronteira para o rio Lim.

“Logo depois desta guerra, uma outra guerra acontece... A Grande Guerra onde muito sangue será derramado. Se aquele sangue fosse um rio, uma pedra enorme de 300 kg rolaria dentro de suas correntes facilmente. Um exército poderoso do outro lado do rio, três vezes maior do que o nosso, nos atacará... Eles destruirão tudo o que estiver em seu caminho. Penetrarão bem dentro de nossa terra.

Tempos difíceis virão para nós... Nosso exército quase desistirá, mas de repente um homem inteligente montado num cavalo negro vai comandar e gritará: “Avante à vitória, meu povo! Avante, irmãos sérvios!” Nosso exército vive de novo. O seu espírito de combate acorda e o inimigo é perseguido e foge além do rio... Então um exército ainda maior vem do norte e nos domina. Nossa terra é devastada. Morreremos de fome e doenças em grande número. Por três anos a Sérvia viverá em total escuridão. Durante estes tempo o nosso exército ferido estará no estrangeiro. Eles estarão num lugar rodeado pelo mar e serão alimentados e hospitalizados por amigos de além mar. Então, suas feridas serão curadas e eles voltarão em navios. Eles libertarão a Sérvia e todos os territórios onde nossos irmãos vivem.”

“Eu vou contar-lhe mais uma coisa, pai, o exército inimigo chegará a Kremna exatamente no dia do seu batismo, ficarão por três anos e partirão no mesmo dia em que vieram – o dia de São Lucas. Mas você não verá o fim da guerra. No último dia da maior carnificina do mundo você morrerá. Ambas estas guerras, uma com os turcos e a grande guerra quando o mundo inteiro estará envolvido, levará dois de seus netos... Um antes e outro depois de sua morte.”

Os alemães entraram em Kremna no dia de São Lucas e a vila foi liberada exatamente na mesma data três anos depois. Zaharije Zaharic morreu em 1918, o último ano da primeira “grande carnificina”, que levou a vida de dois de seus amados netos: um antes e um depois de sua morte.
(...)


Predições & Eventos Seguindo O Fim da Segunda Guerra Mundial

“Depois da Grande Guerra, a paz reinará no mundo. Muitos países novos aparecerão... negros, brancos, vermelhos e amarelos. Uma Corte internacional será formada, a qual não permitirá que os países briguem entre si (ONU). A Corte estará acima de todos os reis. Quando a guerra começar, a Corte julgará com justiça, tentando transformar o ódio e a carnificina em amor e paz. Sorte daqueles que viverem para ver estes tempos, eles serão mais do que felizes.”

Depois de um tempo alguns grandes reis e também alguns reis pequenos começarão a faltar com o respeito para com a Corte, fazendo tudo o que eles bem entendem... Muitas pequenas guerras começarão por causa disto... milhares e milhares morrerão, mas não acontecerão grandes guerras.

Ocorrerão algumas guerras ao redor do reino de Israel, mas logo a paz virá mesmo neste lugar.
Nestas guerras, irmãos lutam contra irmãos; então eles farão a paz e se beijarão, mas o ódio dentro de si mesmos permanece.
Todas estas pequenas guerras são iniciadas pelos grandes reinos, por causa de sua maldade e malícia; aqueles que lutam e se matam fazem isto por cegueira e estupidez.”
(...)

O nosso reino será forte e bem amado e respeitado por todos. As pessoas comerão somente pão branco e o trigo integral apenas quando eles querem. Todos vão andar de carroças sem cavalos ou bois. As pessoas viajarão pelo céu, olhando para baixo para a nossa terra como se tivessem escalado as montanhas de Tara duplas.

Lá embaixo em Uzice e ao redor destas montanhas, muitas fábricas serão construídas, muitas pessoas vão deixar os campos e vão começar a trabalhar nelas. Por muito tempo haverá amor nisto, mas então eles vão se lembrar de suas terras e voltarão para lá.

A Sérvia prosperará melhor quando o homem com olhos azuis no cavalo branco governar, um que virá para a Sérvia trazendo um tipo de nova religião. Ele subirá ao nosso trono, será forte e saudável, vivendo uma vida longa perto de cem anos. Ele gostará muito de caçar e numa vez quando estiver caçando, ele cairá acidentalmente do seu cavalo branco e perderá sua perna. Desta ferida ele morrerá, não por causa de sua idade.”

Fatos Históricos:

De maneira muito simples e acurada, a visão de Tarabich descreve a vida após a segunda guerra mundial na Iugoslávia depois da morte de Tito em 1981. Tito “veio” da Sérvia pela Croácia e realmente trouxe com ele uma “nova religião”: Comunismo. Ele não sofreu o acidente caçando, como descreveu Tarabich (apesar de ser apaixonado por montar a cavalo e caçar), mas de qualquer forma a causa de sua morte foi a amputação de sua perna, agravada pela doença diabetes. Após a sua morte, uma “comissão” denominada Presidência Coletiva liderou o país até o seu colapso em 1991.


A Crise dos Bálcãs:

“Depois a nossa terra será governada por algum tipo de comissão, mas nunca será como era antes. Mesmo que as pessoas no nosso reino esqueçam sobre o que é miséria e fome e que vivam em grande prosperidade, irmão começará a odiar e pensar mal de seu irmão.
Nas nossas fronteiras e após as mesmas, uma nova nação surgirá. Eles crescerão como grama após um dilúvio, serão bons e honestos e responderão ao nosso ódio com a razão. Eles tomarão conta uns dos outros como irmãos.

E nós, por causa de nossa loucura pensaremos que sabemos de tudo e que podemos fazer de tudo e os batizaremos com algum novo pecado nosso, mas tudo será em vão. Pois eles acreditarão somente neles mesmos e em ninguém mais. Grandes problemas surgirão disto, porque a nação será corajosa.

Isto vai durar muitos verões e ninguém será capaz de parar isto, porque a nação crescerá como grama. Um que nascerá muitos verões depois de você (Nota: ele estava falando com o padre Zaharic aqui), será honesto e inteligente, ele vai lidar com eles em paz.
Nós viveremos em paz – eles ali, nós aqui e lá.”
(Quando Tarabich diz “eles lá, nós aqui e lá”, ele deve estar se referindo à situação corrente na região de Krajna (na Croácia). Se você tomar o termo “eles” como sendo os croatas, então ele estava dizendo que os croatas viverão apenas na Croácia e os sérvios viverão tanto na Sérvia quanto na Croácia (Krajna).


O Futuro: depois da 2ª Guerra Mundial

“Você entende, padre, quando o mundo começar a viver em paz e abundância depois da segunda grande guerra, tudo será uma amarga ilusão, porque muitos se esquecerão de Deus e eles adorarão apenas a sua própria inteligência humana.
Você sabe, padre, o que é a inteligência humana comparada com a sabedoria de Deus e Sua vontade? Não é nem uma pequena gota no oceano.
Os homens construirão uma caixa que conterá uma espécie de máquina com imagens, mas eles ainda não serão capazes de falar com os mortos, apesar desta máquina estar tão perto deste outro mundo dos mortos quanto cabelos estão perto da cabeça humana.”

Com a ajuda desta máquina de imagens o homem será capaz de ver tudo o que está acontecendo pelo mundo todo. As pessoas cavarão o solo muito a fundo e conseguirão retirar ouro (outro nome para o petróleo é “ouro negro”), o qual lhes dará luz, velocidade e poder e a terra chorará lágrimas de tristeza porque haverá mais ouro e luz em sua superfície do que no seu interior. A terra sofrerá por causa destas feridas abertas.

Ao invés de trabalhar nos campos, as pessoas cavarão em todos os lugares, alguns em lugares certos e outros em lugares errados, mas o verdadeiro poder estará ao redor deles, não sendo capaz de dizer-lhes: “Venham e me peguem, vocês não vêem que eu estou ao redor de vocês.” Só após muitos verões os homens se lembrarão deste poder real, será quando eles perceberem o quanto foi estupidez cavar todos aqueles buracosEste poder estará presente também dentro do ser humano, mas levará muito tempo até que eles descubram isto e como usá-lo.

Então o homem viverá por um longo tempo, sem ser capaz de conhecer a si mesmo. Muitos serão homens instruídos que pensarão que pelos seus livros eles sabem e conhecem tudo. Eles serão um grande obstáculo para esta realização, mas quando os homens tiverem este conhecimento, as pessoas perceberão o tipo de ilusão que era seguir e ouvir o que aqueles homens instruídos diziam. Quando isto acontecer, as pessoas estarão arrependidas de não terem descoberto isto antes, pois este conhecimento era tão simples.
As pessoas farão muitas coisas estúpidas, pensando que sabem e podem fazer tudo, não sabendo de nada.

Homens sábios aparecerão no Oriente e sua sabedoria se espalhará além dos oceanos e fronteiras, mas as pessoas não confiarão nesta sabedoria por um longo tempo, e esta verdade eles dirão que é mentira.

As almas destas pessoas descrentes não serão possuídas pelo Demônio, mas por algo muito pior. Eles acreditarão que a sua ilusão é a verdade, apesar de não existir a verdade em suas cabeças.
Aqui em casa acontecerá a mesma coisa que no resto do mundo. As pessoas começarão a odiar o ar limpo e sua divina frescura e beleza e se esconderão em dureza. Ninguém os forçará a fazer isto, mas eles farão por livre arbítrio.

Aqui em Kremna muitos campos se tornarão ... e muitas casas serão abandonadas, mas aqueles que foram embora voltarão para se curar por respirar o ar puro.
Na Sérvia não será possível distinguir um homem de uma mulher. Todos se vestirão do mesmo jeito. Esta calamidade virá para nós do estrangeiro e ficará conosco por muito tempo. Um noivo terá uma noiva, mas ninguém saberá quem é quem.

As pessoas estarão perdidas e menos sensatas dia após dia. Homens nascerão sem saber quem foi seu avô e avó. As pessoas acharão que sabem de tudo mas não saberão de coisa alguma.
Os sérvios se separarão uns dos outros e dirão: “Eu não sou um sérvio, eu não sou um sérvio”. O profano infiltrará esta nação e dormirá com as irmãs, esposas e mães sérvias. Ele infiltrará tais crianças dentro dos sérvios e desde o começo do mundo, esta será a pior geração. Apenas fracos nascerão e ninguém será forte o suficiente para dar a luz a um grande herói.

“A um tempo só nós desapareceremos desta nossa terra. Iremos para o norte e então perceberemos o nosso feito estúpido e voltaremos. Quando voltarmos, ficaremos sábios e perseguiremos o profano, para não mais vê-lo em nome de Deus, nunca mais.
O mundo inteiro estará afetado por uma doença estranha que ninguém conseguirá encontrar a cura; todos dirão que sabem, porque são instruídos e espertos, mas ninguém sabe de nada. As pessoas pensarão e pensarão, mas não serão capazes de encontrar a cura, que apenas estará ao alcance com a ajuda de Deus, em volta deles e neles mesmos.

O homem viajará para outros mundos e encontrará desertos sem vida lá, Deus o perdoe, ele vai pensar que sabe mais do que Deus. Ali, além da eterna paz de Deus, ele não verá nada, mas sentirá em seu coração e alma a beleza de Deus e seu poder. As pessoas irão de carruagem para a lua e as estrelas. Elas procurarão por vida, mas vida similar a nossa elas não encontrarão. Estará lá, mas não serão capazes de entender e ver que aquilo é vida.

Um dos que irá lá, Deus o perdoe, não acreditando em Deus como é adequado para uma pessoa honrada e decente, voltará e dirá: “Oh, vocês, pessoas que mencionam o nome de Deus com dúvida, vão lá onde eu estava e ali vocês verão o que é a mente de Deus e seu poder.”
Quanto mais as pessoas souberem, menos amarão e se importarão com os outros.

O ódio será tão grande entre eles que eles se importarão mais com as suas diferentes máquinas do que com seus parentes.Os homens confiarão mais nas máquinas do que em seus vizinhos mais próximos...

Dentre as pessoas de uma nação longe ao norte, um pequeno homem aparecerá que ensinará os homens sobre amor e compaixão, mas existirão muitos Judas e hipócritas em volta dele, por isto haverá muitos altos e baixos. Nenhum destes hipócritas vão querer saber o que é a real graça humana, mas seus livros permanecerão e as palavras que ele disser permanecerão e então as pessoas perceberão o quando elas estavam se enganando por si próprias.

Aqueles que escreverão livros diferentes com números pensarão que sabem mais. Estes homens instruídos vão deixar suas vidas serem comandadas por cálculos, farão e viverão exatamente como o que estes números dizem. Dentre estes homens instruídos estarão homens bons e homens maus. Os maus farão maus feitos. Eles poluirão o ar e a água e espalharão a pestilência nos oceanos, rios e terra e as pessoas começarão a morrer de repente por causa disto. Os bons e sábios enxergarão que todo este esforço e trabalho duro não valem um tostão e que isto leva à destruição do mundo. Ao invés de procurarem pela sabedoria nos números, procurarão a meditação.

Quando eles começarem a meditar mais, eles ficarão mais perto da sabedoria de Deus, mas será tarde demais, porque os maus já terão estragado toda a terra e os homens começarão a morrer em grandes números.

As pessoas fugirão das cidades para os campos e procurarão as montanhas com as cruzes e dentro delas poderão respirar e beber água. Aqueles que escaparem salvarão suas famílias, mas não por muito tempo, porque uma grande fome acontecerá.
Existirá comida o bastante nas cidades e vilas, mas estarão envenenadas. Muitos comerão por causa da fome e morrerão instantaneamente. Aqueles que jejuarem sobreviverão porque o Espírito Santo os salvará e eles estarão mais perto de Deus. (...)

O homem nobre sobre o qual foi profetizado, que começará esta ordem foi descrito como o que lutará uma grande guerra contra “todos os inimigos de Deus”.
O maior e o mais raivoso atacará o mais poderoso e o mais furioso!
Quando esta guerra horrível começar, ai dos exércitos que voam pelos céus, melhor ser daqueles que lutam na terra ou na água.

As pessoas que farão estas guerras serão cientistas que inventarão canhões estranhos e diferentes. Quando eles explodirem, os canhões ao invés de matar, jogarão um feitiço sobre tudo o que vive; as pessoas, os exércitos, os animais. Este feitiço os fará dormir e eles dormirão ao invés de lutar e depois voltarão ao senso normal.

Nós (Sérvia) não lutaremos nesta guerra, mas outros farão as batalhas por cima de nossas cabeças. Pessoas queimando cairão do céu em Pozega (uma cidade na Sérvia).
Apenas um país no fim do mundo, rodeado por grandes oceanos, tão grande quanto a Europa, viverá em paz e sem problemas... Sobre este, nenhuma bomba de canhão explodirá!
Aqueles que esconderem nas montanhas com três cruzes encontrarão abrigo e se salvarão para viver em abundância, felicidade e amor, porque não existirão mais guerras...”

(fonte com adaptações)

(original em inglês)

Nota: Esta profecia aponta para uma 3ª Guerra Mundial tal como Alois Irlmaier previu detalhadamente nas suas visões
A Crise Econômica, Projetos Secretos, UFO's, Profecias, Fim dos Tempos, Nova Ordem Mundial, 2012, Web Bot e o Universo. O Ciclo Final está sempre em busca de informações relevantes. Fique atento(a) às novidades!

http://ciclofinal.blogspot.com.br/2009/09/as-profecias-de-mitar-tarabich.html?m=1

domingo, 13 de dezembro de 2015

10 perguntas

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10 Perguntas e Respostas Polêmicas
Apresento a seguir 10 perguntas que recebi através do site, bem como as respostas que enviei às pessoas por e-mail.
São perguntas e respostas polêmicas, e meu objetivo é apenas o de contribuir para o debate e para que cada pessoa construa sua síntese sobre esses assuntos.
Todos os dados que pudessem identificar a pessoa que pergunta, bem como local e instituição a que pertence foram removidos, de modo a preservar o sigilo e a ética do relacionamento baseado na confiança.
Lembro que as respostas são opiniões pessoais, que não pretendem estabelecer verdades ou se constituir na opinião definitiva. 
Pergunta 1
Bom dia!
Por acaso você tem alguma coisa que fale da Páscoa e o significado Espírita -->RENOVAÇÃO
Não precisa ser extenso.
Obrigada.

Resposta: 
Na verdade, a Páscoa não tem nenhum significado dentro da Doutrina Espírita, nem mesmo simbólico, pois é uma data puramente convencional. 
Afinal, peremptoriamente, Jesus não nasceu em dezembro, não morreu necessariamente numa sexta-feira e efetivamente não ressuscitou no domingo (3° dia). Aliás, nem mesmo ressuscitou em qualquer dia. 
A Páscoa, sem sombra de dúvida, era uma festa pagã, apropriada pelo Judaísmo em seus rituais, frente a fatos históricos significativos para aquele povo.
O Espiritismo jamais se apropriou dessa data, e se alguns espíritas o fazem, é ainda pelo (desculpe a expressão) "ranço" do Catolicismo, de onde muitos Espíritas vêm. Quando coloco isso, não quero denegrir o Catolicismo, muito pelo contrário, só estou colocando que muitos Espíritas ainda não abandonaram a "Sacristia", ou seja, não se desligaram de outras religiões para viver a Filosofia Espírita no seu tríplice aspecto. 
Se o Espiritismo, hipoteticamente, tivesse que escolher uma data para significar "renovação", por certo seria o Natal (mesmo que seja uma data simbólica e meramente convencional, nem próxima da realidade), pois aí sim significaria o "renascimento", a "renovação" do ensino do Cristo, da Lei do Amor, e não a Páscoa, pois o sentido de "renovação" aí (na Páscoa) estaria associado a "ressurreição do Cristo", que não ocorreu e que o Espiritismo não aceita. Para o Espiritismo, o Cristo morto pouco significa. Sua real importância é a do "Cristo Vivo", o Cristo do Evangelho de Verdade e de Vida. E o que mais se aproxima disso é o "Cristo do Natal", não o "Cristo da Páscoa". 
Espero que não fique ofendida com minhas colocações, que sei serem duras, mas o que coloco está perfeitamente de acordo com os postulados Espíritas, com o pensamento trazido por Kardec, e não devemos fugir ou fazer concessões para dele se afastar. 
Tenho profundo respeito pelo Catolicismo e todas as demais religiões, pois já fui Católico e estudo (procuro conhecer) as demais religiões. Mas que cada um fique com suas crenças. Nós Espíritas, não precisamos delas compartilhar. Apenas compreender e respeitar. 
Não precisa concordar comigo, pois não sou e nem pretendo ser o "dono da verdade". Utilize meus argumentos para fazer a antítese de sua tese, e faça sua síntese. Por certo, você estará muito mais perto da "verdade". 
Um fraterno abraço 

Pergunta 2
Com relação ao sofrimento do suicida, como ficam os "homens-bomba" que se matam por causa de um aprendizado e de uma crença religiosa?
Como ficam em relação ao seu perispírito, uma vez que sabe que vai destruir o corpo? Ao adentrar ao mundo espiritual e se sentir vivo não seria o paraíso ensinado a eles, uma vez que matou vários "inimigos" e continua vivo?

Resposta:
Independentemente da crença, tirar a própria vida é um ato contrário a Lei Divina. 
Mesmo a Religião professada por essas pessoas não recomenda o suicídio e até se posiciona contra ele. Essa crença da morte honrosa na destruição dos "inimigos", que leva ao paraíso, é uma interpretação de grupos radicais (fundamentalistas), para manipular a boa fé dessas pessoas. 
O homem-bomba, ao dilacerar seu corpo, deixará marcas gravíssimas em seu perispírito, que lhe causarão, no plano espiritual, profunda dor e desequilíbrio. 
Jamais ele se acharia (ou pensaria) estar no paraíso, pela dor e pelo sofrimento a que estará submetido. Pelo contrário, se "acharia" no inferno e ficaria profundamente revoltado e decepcionado, por lhe terem prometido uma coisa e ter recebido outra. 
Terá a lhe agravar a dor e o sofrimento, a reação da Lei de Causa e Efeito derivada da morte de todas as vítimas do atentado. Essas conseqüências, por certo serão ainda piores que a do próprio suicídio, refletindo-se, junto com as do suicídio, por próximas encarnações. 
Espero ter ajudado. 
Fraterno abraço. 
Pergunta 3:
A mãe de uma criança contraiu AIDS durante o tempo de gestação e o filho, em decorrência, contraí a mesma doença e isto não estava no seu programa reencarnatório. Como explicar isso para um grupo de Estudo Espírita, tendo em vista a Lei de Causa e Efeito e que a criança virá a sofrer por um ato impensado de sua mãe?

Resposta: 
Devemos inicialmente considerar que o livre arbítrio é inviolável, e ao exercê-lo, podemos sim, peremptoriamente, causar sofrimento e dor a outras pessoas, mesmo que estas não "mereçam" essa dor. Por isso seremos responsabilizados, proporcionalmente a dor e ao sofrimento que causarmos.
Se todo sofrimento e dor que causarmos a outra pessoa estivesse "programados", não haveria responsabilidade nossa, seria decorrente de um determinismo, que anularia o livre arbítrio.
No caso específico, admitindo, para efeito de análise, que se a mãe contraiu AIDS por (ir)responsabilidade única e exclusiva sua, durante a gravidez e passou-a ao filho, por isso assumiria a total responsabilidade, pois causou dor e sofrimento e provavelmente encurtou a vida de quem, necessariamente, não precisava passar por isso. Digo necessariamente, pois se aquela criança tivesse nascido com a "programação reencarnatória" de ter AIDS, a mãe também teria nascido com a "missão" de ter AIDS. Existiria assim responsabilidade e livre arbítrio? Claro que não. 
Isso foi injusto para o filho? Claro que sim, e a mãe responderá por ter perpetrado essa injustiça. Poderia o plano espiritual ter evitado isso? Claro que não, pois em caso contrário não existiria o livre arbítrio e a responsabilidade individual.
Se tudo no mundo estivesse "programado", se todos que sofrem injustiça "merecessem" ser injustiçados, se todos os que são assassinados "merecessem" ser assassinados, se existisse um "karma" ou "programação reencarnatória" determinando isso, inexistiria o livre arbítrio, seria tudo determinístico, tudo se processaria pela "vontade divina", que imporia a dor, o sofrimento, etc. É nesse "deus" que acreditamos? No "deus" do "olho por olho"? Não, nós acreditamos no Deus de Amor, Naquele que quer nossa evolução, que nos criou para "aprendermos a sermos felizes", Aquele que nos deu o "poder" de sermos "co-criadores", de "sermos deuses", como tão bem lembrou o Mestre Jesus.
Também é importante refletir que a "programação reencarnatória" não é determinística, ou seja, não estabelece a trajetória e todos os fatos da vida de uma pessoa, ou seja, não "está escrito" tudo o que temos de passar. Essa "programação" é muito mais probabilística, indica tendências, tudo sob a possibilidade de modificação derivada de nosso livre arbítrio e da influência do uso do livre arbítrio por outras pessoas, pois vivemos em sociedade, numa vida de efetiva relação e interações "não programadas".
Devemos ainda nos lembrar que a "Lei de Causa e Efeito" é reativa para quem é a causa, para quem promove a ação. O efeito específico retorna individualmente a quem desencadeou a ação. No exemplo em questão, a mãe desencadeou a ação, contraindo AIDS, e receberá de volta o efeito disso. O seu filho foi atingido por essa ação, sendo o "espelho", o "ponto fixo" para o efeito que retornará a mãe, nesta e em outra(s) vida(s). Nesse caso a doença do filho não está vinculada a uma "causa e efeito" dele. Para ele essa "Lei" não está aplicada, pois não foi o agente da ação. Foi passivamente injustiçado pelo ato errôneo de sua mãe.
Para maiores subsídios sobre a questão do livre arbítrio, sugiro a leitura de dois artigos meus, "Ninguém morre antes da hora?" e "Ninguém morre antes da Hora? - parte II", que estão disponíveis no site.
Quero lhe alertar, para que não se espante se o grupo de estudo não entender prontamente isso. Infelizmente, grande parte dos Espíritas não cumprem o que Kardec preceituou: "Espíritas, amai-vos e instrui-vos". Quão poucos de nós amam verdadeiramente. Pouquíssimos se instruem no verdadeiro estudo da Doutrina, preferindo o fundamentalismo impensado, o comodismo de "pensar" (e querer) que tudo na vida está "programado" e decidido pela "programação reencarnatória", que tudo é responsabilidade do nosso "passado ignoto", das influências dos "espíritos inferiores", esquecendo que somos nós, e apenas nós mesmos que determinamos o nosso destino e construímos a nossa realidade imediata e futura, afetando a natureza e as pessoas ao nosso redor.
Infelizmente, muitos espíritas pretendem se "instruir" e "conhecer" Espiritismo apenas lendo "Romances Espíritas" e não estudam o conjunto da obra de Kardec. Lêem o Livro dos Espíritos, mas não ESTUDAM o Livro dos Espíritos, e pior, não complementam os estudos aprofundando-se nas demais obras básicas, na Revista Espírita, e nas obras de outros autores aceitos e consagrados. Não utilizam a lógica e a razão, não aprendem, apenas aceitam, apenas informam-se e não transformam sua informação em conhecimento e seu conhecimento em habilidades e aptidões.
Desculpe o desabafo. Entendo a sua preocupação e louvo sua busca de argumentos. Quisera que metade dos Espíritas fossem assim. Poderíamos estar cumprindo nossa missão de transformar o mundo.
Espero ter ajudado, se não solucionando sua dúvida, pelo menos fornecendo novos pontos de vista, propiciando argumentos para o debate e a reflexão. Não tive, não tenho e não terei a pretensão ou a ambição de ser o "dono da verdade". Faltam-me inúmeras qualidades e ainda muitas e muitas vidas sucessivas para perto disso chegar. Mas tenho a convicção de que o que coloco está dentro dos postulados trazidos por Kardec, que passa pela prova da lógica e da razão. Com sinceridade, eu acredito nisso.
Um fraterno abraço.
Pergunta 4
Se uma pessoa estivesse em um edifício e neste ocorresse um grande incêndio, sendo que as chamas chegaram a um ponto em que o corpo dessa pessoa já começa a ser consumido, e em seu pensamento já se extinguiram as possibilidades de alguém salva-lo.
Este indivíduo sentindo as chamas consumi-lo, poderia saltar do prédio, cometendo assim suicídio, mesmo que seja em desespero (digamos que ele tenha um conhecimento espirita), ou deveria ficar onde está, mesmo sabendo que ele desencarnaria dolorosamente por causa das chamas? O que aconteceria se ele, em desespero, efetivamente pulasse?
Resposta: 
É uma questão difícil de se analisar. 
Temos que partir do pressuposto que tirar a própria vida é um erro grave. 
Também é verdade que a "culpa" é proporcional aos fatores do momento (conhecimento, equilíbrio, condições emocionais, pressão, etc.). 
É verdade ainda que a vontade Divina pode se manifestar de diversas formas, até o último instante, mudando destinos inclusive. 
Em tese, a pessoa não deveria cometer o suicídio, mesmo nessa dura situação. Responderá pelo seu ato, se o fizer. 
Na prática, como dificilmente conseguiria racionalizar seus sentimentos e emoções, em cometendo tal ato, será "responsabilizado" proporcionalmente a lucidez que lhe tenha "sobrado" em tal desesperadora situação. 
Tudo isso em tese. A única certeza é que a responsabilidade sempre é justa e proporcional, nunca é absolutista. 
Espero ter ajudado. 
Fraterno abraço. 
Pergunta 5:
Assisti uma palestra sua, em slides, a respeito do tema determinismo e livre arbítrio.
Com o devido respeito, não posso concordar com o prezado Engenheiro, pois se sua proposição fosse verdadeira, Allan Kardec, Emmanuel e o próprio Criador estariam errados. 
Eu não estou divagando, mas me baseando naquilo que está escrito pelos próprios que citei. 
  • 1º O Criador- A Lei de Deus é Determinística, pois ele a elaborou e colocou para ser cumprida, pura e simples. 
  • 2º Alan Kardec - Livro dos Médiuns, Cap. XXVI no item Perguntas sobre questões morais e materiais, há a nota de rodapé que diz "Livre-Arbítrio cria Determinismo". 
  • 3º Emmanuel - No seu livro "A Caminho da Luz", pg. 116, tem o seguinte trecho: "...nossa intenção é mostrar que o determinismo do mundo espiritual era o do amor, da solidariedade e do bem, mas os próprios homens, na esfera relativa de suas liberdades, modificaram esse determinismo superior, no curso incessante da civilização" 
Isso são os trechos bem determinados, mas soltos. Na obra de Pietro Ubaldi e de Carlos Torres Pastorino está bem claro e com abundância.
Resposta:
Que bom que o prezado irmão discorda de minha posição, pois isso é característica do Espiritismo. Tomo a liberdade de reproduzir um trecho de um autor, que agora não consigo lembrar o nome, mas isso pouco importa: "...No espiritismo cada um diz o que quer, pois não há patentes, mas apenas referências; assume assim, a interpretação do Evangelho na concepção mais livre e respeitosa que todas as acepções, propiciando um estado de comodidade que desfigura temores, onde o mal é matéria do bem, que trabalha, elabora, cuida e transforma o que antes era inútil em aliado..."
De qualquer maneira, sem pretender debater, até porque por e-mail isso não é possível, o que o irmão me coloca está em outro contexto, que não o que coloquei na minha palestra.
Claro que o livre-arbítrio gera um determinismo: o da Lei de Causa e Efeito. No entanto esse "determinismo" pode ser alterado, o que prova que não era, efetivamente, determinístico.
A Lei Divina é determinística enquanto existência, pois nada escapa dela, mas como "transitamos" na Lei, nada se torna determinístico, tanto que podemos "desobedecer" a Lei.
Quanto ao que você coloca de Emmanuel, a interpretação é muito clara, pois a necessidade do amor é determinística, mas a busca do amor não. Tanto é verdade que você mesmo cita: "...mas os próprios homens, na esfera relativa de suas liberdades, modificaram esse determinismo superior, no curso incessante da civilização..."
Ora, se foi modificado, não era determinístico.
Dá para perceber, que tudo é uma questão de contexto e de interpretação, de como se aborda "determinismo".
Também estou convencido que a vida de relação, com o semelhante, com a natureza e até mesmo com o Criador não é, peremptoriamente, determinística. E acho a comprovação disso em Kardec, e nas obras espíritas aceitas (Emmanuel, André Luiz e alguns outros).
Como nossa abordagem é diferente, provavelmente nunca chegaríamos a um consenso, pois, na análise filosófica e científica do espiritismo, não se pode aceitar que a vida de relação possa ser determinística, pois nesse caso não existiria o livre-arbítrio.
Não sou, e não aspiro ser "dono da verdade". Cabe a cada um construir a "sua verdade", e procurar aperfeiçoá-la. Isso é Espiritismo.
Quanto a Pietro Ubaldi e Carlos Torres Pastorino, peço desculpas ao irmão, mas não são autores aceitos como basilares (nem mesmo como complementares) pelo Espiritismo. Reconheço neles brilhantes qualidades intelectuais, como autores. Também os leio, e filtro o que me serve (que é bastante), mas não os reconheço como aptos a acrescer "verdades" ao Espiritismo.
Não gostaria e não pretendo debater mais o assunto, até porque entendo, respeito e aceito sua opinião, mesmo que não a compartilhe, assim como lhe reconheço o pleno direito (e até dever) de analisar e discordar, e isso não me ofende, muito pelo contrário.
Peço perdão, se de alguma forma, com minhas colocações, possa te-lo magoado ou ofendido. Não foi essa minha intenção, muito pelo contrário, o profundo respeito é que me motivou a responde-lo.
Um fraterno abraço.

Pergunta 6
Estou com uma grande dúvida: O que é Orbe Terrestre? 
A explicação que me foi dada é que "orbe terrestre, que é o planeta físico mais o plano espiritual do Planeta Terra. " Esta afirmação está correta? No caso, quando falamos que a Colônia Espiritual Nosso Lar encontra-se no orbe terrestre, quer dizer que Nosso Lar está no plano espiritual do Planeta Terra? Pergunto isto porque estou preparando um tema para apresentar para as crianças da evangelização infantil e gostaria de me certificar antes de passar esta informação às crianças. 

Resposta:
Na realidade, o termo "orbe" era mais usado no português arcaico, derivado do termo equivalente no Latim, e foi inadequadamente utilizado na Doutrina Espírita como sinônimo de "redondeza" do globo terrestre. 
Um determinado agrupamento de espíritos é formado pela afinidade vibratória (estágio de evolução + sentimentos comuns). 
Assim sendo, um mundo de encarnados tem perto de si (redondezas, orbe) o grupamento espiritual que lhe é correspondente, em termos de evolução e de afinidade. O significado de "perto", "redondeza" é muito relativo, pois vibrações diferentes podem se sobrepor, e por estarem em vibrações ou dimensões diferentes, não ocupam o mesmo espaço. 
Acho que o exemplo da Colônia "Nosso Lar" não deve ser usado para crianças, por se tratar de algo que, para ser interpretado corretamente, necessita de grande conhecimento doutrinário. 
Poderia ser colocado que existem "postos de socorro", "hospitais" e instituições de auxílio no Plano Espiritual "próximo" a Terra, encarregados de auxiliar os espíritos desencarnados que "afinizam" com nossa realidade planetária. 
Espero ter ajudado. 
Um fraterno abraço. 

Pergunta 7
Tenho duvidas sobre alguns pontos da doutrina, e gostaria muito de uma opinião sua sobre os mesmos: 
- o que podemos entender quando dizemos que o processo reencarnatório é um processo de análise? 
- A ligação do espirito tem seu início na fecundação, porém quando este processo se completa? No nascimento ou aos sete anos de idade? 
Resposta:
Quanto a seus questionamentos, tentarei respondê-los: 
a) a primeira afirmativa ("...o que podemos entender quando dizemos que o processo reencarnatório é um processo de análise?..."), posso lhe dizer que nunca ouvi a reencarnação colocada dessa maneira (de que obra a retirou?). Tentando analisar o sentido da frase, também não posso concordar, pelo menos nesse contexto. A reencarnação nada tem a ver com análise, mas sim com síntese, resultante dialética de tese e antítese. A reencarnação é resultante, sobre a qual agirão novas forças, que devem dar novo rumo à resultante derivada. Resulta numa nova síntese, produto da dialética entre o passado e o presente, da tendência e da inteligência, do errado e do certo. Não me parece que isso seja análise, mas sim dialética. 
b) quanto a segunda colocação ("...A ligação do espirito tem seu início na fecundação, porém quando este processo se completa? No nascimento ou aos sete anos de idade?..."), por ser mais objetiva, é mais fácil se posicionar. Em verdade, a ligação do espírito com a célula-ovo (óvulo fecundado) inicia quando os espíritos encarregados de assistir ao processo reencarnatório têm certeza de que o óvulo fecundado vai nidar (fixar-se ao útero materno). Na verdade, a concepção propriamente dita tem início com a nidação do óvulo fecundado. A medida que o feto se desenvolve, o perispírito vai se ligando mais fortemente ao corpo, "molécula a molécula", como nos dizem os espíritos. Como o perispírito preside a formação do corpo físico, utilizando-se para tal do potencial genético, a medida que o corpo se desenvolve, mais se consolida a ligação do espírito com o corpo. Teoricamente, a criança nasce quando todo o seu organismo está "maduro" para suportar a vida fora do corpo, e nesse estágio, o espírito já está completamente ligado ao corpo. Portanto, quando nasce a criança, o espírito já terminou de se ligar ao corpo. O que acontece daí em diante é que a ligação vai se tornando mais forte. Podemos comparar com a "cura" (secagem) do concreto. Quando fazemos uma peça de concreto (uma coluna, por exemplo), depois de 5 a 7 dias posso retirar a forma, pois o concreto já vai estar "duro" (todos os seus componentes já vão estar ligados e unidos), mas ele só atingirá sua resistência projetada depois de 35 a 40 dias, quando se consolida definitivamente. Essa questão de "7 anos" é um pouco "fantasiosa", meramente especulativa. O corpo de uma criança atingirá um ponto de desenvolvimento ótimo em torno dos 3 ou 4 anos de idade, quando a ligação com o espírito atingirá a máxima força (concreto curado), mas já estava completa desde o momento do nascimento (concreto desenformado). 
Espero ter ajudado. 
Escreva se tiver mais dúvidas. 
Um fraterno abraço. 

Pergunta 8:

Prezado irmão, nos estudos deste final de semana me surgiu uma dúvida que está me incomodando, e gostaria que se possível você pudesse me ajudar a elucida-la. O tema do estudo foi "O espirito é matéria?". Você pode me ajudar com alguma análise?

Resposta: 
Essa sua dúvida é muito atual e difícil de solucionar. 
Kardec nos diz que o universo é constituído de três princípios: 
- Deus, a causa primeira, Lei e Legislador do Universo; 
- o princípio material - da origem a matéria e a energia em todos os planos; 
- o princípio inteligente: tudo aquilo que não é Deus e não é princípio material. 
Deduz-se dessa afirmação, que o princípio inteligente não é matéria. 
Fica então a pergunta: princípio inteligente e espírito são sinônimos? 
Vejamos o que diz Kardec: "...o espírito é individualizado do princípio inteligente evoluído...". 
Analogamente falando, ao se individualizar (separar, destacar) alguma coisa de um todo, eu preciso conter (limitar) essa "coisa individualizada" num meio (vaso, embalagem) que a separe do todo e lhe de forma e limite, pois em caso contrário não estará individualizada.
Esse "vaso ou embalagem", fatalmente, deverá ser constituído de algo compatível com o meio, ou seja, que obedeça as "leis" desse meio. 
Ainda por analogia, ao individualizar o princípio inteligente, esse precisará ser "contido", "limitado" em "algo" que tenha existência real no campo em que se manifesta, ou seja, na matéria, no princípio material. 
Analisando os ensinos trazidos por André Luiz, poderíamos inferir que o princípio inteligente individualizado constituiria a "MENTE", e que esta estaria delimitada pelo "CORPO MENTAL". 
Se aceitarmos que o conjunto MENTE e CORPO MENTAL constitui o núcleo do que chamamos espírito, e que o CORPO MENTAL estrutura o PERISPÍRITO, e aceitando ainda que o CORPO MENTAL é a parte imperecível do Perispírito, poderíamos concluir que, efetivamente, o ESPÍRITO também é constituído de matéria, contendo um núcleo, dentro de si, que é imaterial, a MENTE. Nem precisamos abordar o PERISPÍRITO, pois esse, efetivamente, é material, e sempre acompanha o ESPÍRITO, que é constituído de CORPO MENTAL e MENTE. 
Apanhe em meu site a Palestra Perispírito, Duplo Etérico e Corpo Mental. 
Espero ter ajudado. 
Um fraterno abraço. 

Pergunta 9 
Tendo em vista a reação em nosso grupo de estudos sobre a questão do livre arbítrio nos processos reencarnatórios, chego até você, nesta oportunidade para lhe endereçar algumas perguntas interligadas:
A - Se uma mulher sofre um estupro isso poderia estar em "seu destino" ou é uma violência dos tempos difíceis da humanidade atual? 
Resposta: Sem sombra de dúvida, conforme está nas obras de Kardec, não é seu destino, nem está escrito, nem mesmo faz parte de possíveis "provações" reencarnatórias, pois se isso fosse verdade, seríamos meros robôs, automatos, nas mãos do destino. Nada está escrito ou pré-determinado em nossas provas e expiações. Talvez uma pessoa tenha dentro de si uma energia derivada da Lei de Causa e Efeito que "atraia" para ela energias do mesmo tipo. Mas também é verdade que uma mulher que nada "devesse" em termos energéticos pode vir a ser violentada, e isso ocorre diariamente, como conseqüência única e exclusiva da violência de terceiros. A responsabilidade, nesse caso, é única e exclusiva do estuprador, que atingiu (e atingem) inocentes que nada "deviam". Isso é conseqüência do uso do livre arbítrio.
B - Nascer a criança é uma questão de livre arbítrio?
Resposta: Sem sombra de dúvida. Em nosso planeta, grande parte das reencarnações não são "programadas". O livre arbítrio vale para o espírito "reencarnante" e também para os pais, e não pode ser violado. Uma boa parte das reencarnações não estava nos planos dos pais, mas a possibilidade de gravidez é aproveitada  para poder proporcionar reencarnação aos espíritos que assim necessitam. Também é verdade que numa boa parte das reencarnações, pais e filhos não tinha vínculo espiritual anterior, e que são unidos pela encarnação, como oportunidade de aprendizado mútuo e de evolução. Pode-se afirmar, categoricamente, que não é obrigatório a "programação" das reencarnações, ou seja, os filhos são frutos do uso do livre arbítrio. Muitas vezes essas oportunidades são utilizadas para reunir antigos desafetos ou grande amores.
C - Já estava determinado o espírito que reencarnaria na condição da violência sexual? Ou é "ajustado" um espírito em necessidade reencarnatória? Ou é uma natural "ligação magnética" de algum espírito no aguardo de uma oportunidade reencarnatória?"
Resposta: Nunca um espírito está já vinculado a qualquer tipo de violência obrigatória. O que acontece, é que cada espírito reencarna nas condições sociais, econômicas, culturais e ambientais compatíveis com o seu registro energético, derivado da Lei de Causa e Efeito, ou seja, com a afinidade energética e vibratória que trás dentro de si. Suas energias continuaram a atrair para si o mesmo tipo de energia. Se forem violentas, trarão de encontro a si a violência, mas se mudar, se crescer espiritualmente e se afastar dessas energias, seu campo vibratório mudara, e também o tipo de energias que irão de encontro a ele. Não é o fato da pessoa nascer em um ambiente violento que a tornará violenta ou atrairá a violência para si, mas sim o seu padrão vibratório, que é mutável, dependendo única e exclusivamente do indivíduo, desde o começo de sua encarnação.
D - A jovem que engravida na adolescência, já tem programado em sua vida o espírito que irá renascer?
Resposta: na maioria dos casos, não estava nos planos, nem da pessoa, muito menos no da espiritualidade. São "acidentes" que acontecem, pois se numa relação sexual, seja ela qual for, for existir a fecundação de um óvulo e o útero se apresente em condições de alojá-lo, os espíritos encarregados das reencarnações aproveitarão essa oportunidade. Temos que lembrar que irão transcorrer de 7 a 72 horas entre a relação sexual e a fecundação, o que possibilitará aos mentores espirituais "providenciar" o espírito que irá reencarnar, que muitas vezes, nenhuma relação pretérita tinha com aquela adolescente que você cita. Se todas as reencarnações estão programadas, e os espíritos estão esperando por elas, é lógico concluir que todas as relações sexuais estavam programadas. E isso não é possível, seria um absurdo, o fim do livre arbítrio.
E - Deus pode determinar "a troca" de um determinado espírito que reencarnaria nestas condições (gravidez da adolescente ou do estupro) por um outro com melhores condições de aceitação e entendimento desta forma de reencarnar?
Resposta: Não entendi sua pergunta. Nunca é necessário "trocar" um espírito numa reencarnação, pois ela será naturalmente destinado a um espírito que melhor possa aproveitar essa oportunidade e que melhor oportunidade possam proporcionar aos pais. Sempre que for ocorrer a fecundação de um óvulo e que os espíritos saibam, pela análise local que ele vai nidar (vingar), os espíritos encarregados da reencarnação farão toda uma análise da situação genética, social, cultural, econômica, ambiental, etc., e trarão ao processo reencarnatório um espírito que já esteja preparado para tal, e que seja o mais adequado ao conjunto daquele caso específico. Pode ser um amigo, um inimigo, um desconhecido, mas sempre o espírito que melhor "proveito" para seus resgates, expiações, provas e missões possa tirar dessa oportunidade.
Comentário Geral: Caro amigo: Não se espante com o tipo de reação ocorrida em seu grupo de estudo. Grande parte dos espíritas são místicos com relação a reencarnação e a programação das provas e expiações, não são lógicos, não são racionais e não estudam Kardec a fundo. O livre arbítrio é inviolável, e nada, absolutamente nada, com exceção da necessidade da evolução, está programado ou pré-destinado. Leia o livro "Desmistificando o Dogma da Reencarnação", do Prof. Wladimyr Sanchez. Não abra mão de suas convicções pela pressão de irmãos que ainda não estão preparados para o Espiritismo como Kardec o queria. Tudo tem seu tempo, o dessas pessoas também ocorrerá, talvez, infelizmente, em outra encarnação. Devemos usar o que nos ensinou Kardec: usar a lógica, a razão, o bom senso. Com estudo e com Amor.
Um fraterno abraço.

Pergunta 10
Ouvi em uma mesma Sociedade Espírita duas palestras, com dois oradores diferentes, duas afirmações sobre o mesmo assunto, mas que diferem nas respostas: - um disse que se eu me caso com alguém e me separo ( por culpa do outro) em outra encarnação tenho que voltar para dar continuidade ao que tinha sido programado. O outro expositor disse que não é justo alguém que tentou de todas as maneiras fazer com que o casamento desse certo, ter que voltar em outra encarnação com alguém que se negou a ficar junto nessa. 
Pergunto: Será que é justo eu ter que voltar com alguém que não me respeitou, mesmo eu tendo feito o possível para continuar? Se o casamento não teve continuidade por culpa do outro, porque eu tenho que voltar para dar continuidade a algo que eu não causei?
Resposta:
Em realidade, as provações que cada um precisa passar é decorrente única e exclusivamente de suas responsabilidades na infração das leis Divinas ou naturais. 
Trabalhando em hipótese, se existe uma separação no casamento, e isso se deve única e exclusivamente a um dos cônjuges, a responsabilidade será deste, e caberá a este e apenas a este sofrer as conseqüências. 
Nada é programado em nossa vida, e ninguém precisará, obrigatoriamente, retomar antigos compromissos, a não ser que esteja ligado a esse, por problemas pretéritos (Lei de Causa e Efeito). No entanto, é bom lembrar que muitas vezes nos julgamos "isentos de culpa" e isso não é verdade. 
Ainda trabalhando em hipótese, se duas pessoas precisaram se unir em casamento para resolver problemas pretéritos, e uma foi a causadora de separação, apesar da outra tentar evitar isso de todas as maneiras, mas as duas não aprenderam efetivamente a amar uma a outra, o compromisso entre ambos continua a existir. 
Tolerar e aceitar não é sinônimo de amar. Tentar evitar a separação não é necessariamente ter amor. Não ser o causador da separação não elimina problemas que as pessoas envolvidas tinham entre si e que precisavam ser resolvidos, e não o foram. Não sabemos quais são os compromissos passados que temos com outras pessoas e o que efetivamente temos que aprender na relação com estas. 
Por isso, as questões que você coloca não são possíveis de uma conclusão diagnóstica e absoluta, por que não há como julgar e determinar "culpa", exatamente por não se conhecer o passado de ambos os envolvidos. 
Além disso, numa separação dificilmente temos apenas um culpado (exceto nos casos de infidelidade conjugal unilateral). Normalmente os dois têm parcelas, mesmo que de tamanhos diferentes, de responsabilidade, até anteriores ao casamento, no namoro, no noivado, etc. 
De qualquer maneira, sempre será feito justiça, ou seja, cada um sofrerá a conseqüência de seus próprios atos, nem mais, nem menos.
Espero ter ajudado. 
Um fraterno abraço. 
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
Curitiba, 09 de abril de 2006
Carlos Augusto P. Parchen
www.carlosparchen.net / c_a_parchen@ yahoo.com.br

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