quarta-feira, 14 de outubro de 2015

psicografias - Cassia Heller ...supostamente

“Se eu disser para vocês que o inferno existe, acreditem, pois eu estava mergulhada nele, de corpo e alma, num espaço sombrio e frio, bem interno do ser, dos pés à cabeça, sem tempo, sem luz, nem descanso e afogava-me, a cada segundo, num oceano de matéria viscosa que roubava até minha ilusória alegria”. Assim começa uma carta que está circulando na internet e que seria uma psicografia de um médium ditada pela cantora Cássia Eller, morta no dia 29 de dezembro de 2001, aos 39 anos, após sofrer quatro paradas cardíacas.

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Show de Cássia Eller no Circo Voador.
Show de Cássia Eller no Circo Voador. Foto: Júlio César Guimarães
O Lar de Frei Luiz, renomado centro espírita localizado no bairro de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, confirmou que, de fato, a carta foi psicografada no local. Segundo o presidente, Wilson Pinto, a mensagem foi recebida por um médium na noite de 7 de maio, durante uma reunião de dependência química.
- Não é a primeira desse tipo que recebemos. Já recebemos do Chorão, do Cazuza... é verdadeira. O que não é de nosso costume é a divulgação dessas psicografias, é um assunto interno da casa, não deveria ter vazado - ressaltou o presidente, acrescentando que não chegaram a avisar para a família da cantora sobre a carta, procedimento padrão no centro espírita.
Suposto espírito relata período no “umbral”
Na mensagem, Cássia relata o período em que passou no “umbral”, lugar de expiação para o espírito em regeneração, segundo a doutrina espírita. O termo ficou bastante conhecido após o filme “Nosso Lar”, baseado na obra homônima escrita através de psicografia pelo médium Chico Xavier. “Perguntava-me porque ali estava se nada fizera por merecer tão infeliz destino, depois de ser expulsa do corpo de carne através do uso maciço de drogas. A dúvida assaltava-me os raros momentos de raciocínio menos desequilibrado e as crises de abstinência trancavam todas as portas que dariam acesso à saída daquele campo de penitência de espíritos rebeldes e viciados como eu”, diz um trecho.
Depois de alguns anos no “umbral”, conforme descrito na carta, o espírito da cantora teria encontrado a paz. “Despertei numa tarde serena, num campo verdejante e calmo. Não acreditava no que via, pois tudo, agora, parecia um sonho… Percebi, ao longe, o canto de uma ave que insistia em acordar-me daquele pesadelo no qual já me acostumava a viver”, relata a mensagem. Nesse local de calmaria, Cássia teria encontrado Cazuza, a quem se refere como “ídolo”, que teria cantado uma canção para a amiga.

A cantora se apresenta no Rock in Rio 3.
A cantora se apresenta no Rock in Rio 3. Foto: Alaor Filho
No fim da psicografia, o suposto espírito de Cássia diz que foi reconduzido para um “hospital”, onde se recupera de “traumas e cicatrizes” que criou: “as lesões que provoquei foram muito graves, passei por várias cirurgias espirituais e soube que minha próxima encarnação será dolorosa e expiarei asma, deficiência mental e tuberculose. Mesmo assim, estou reunindo forças para estudar, pois sempre guardamos, no inconsciente, todos os aprendizados conquistados”. Além disso, afirma que reencarnará em uma “comunidade carente no interior do Brasil” e que passará “por muitos revezes”, para despertar nela “o valor da vida do espírito na pobreza e na doença crônica”.
Carta divide opiniões entre espíritas
Segundo o diretor de marketing da Federação Espírita Brasileira, João Rabelo, não é possível ter certeza se a mensagem foi, de fato, transmitida pela cantora.
- Como dizia Chico Xavier, “o telefone toca de lá para cá”. O espírito que toma a iniciativa de mandar a mensagem, o médium funciona como um correio. Não dá para saber se o espírito está se passando por outro - explica, destacando que médiuns mais experientes, como Chico Xavier, têm mais facilidade de identificar os espíritos.
Rabelo explica que todas as cartas psicografadas passam por uma triagem, feita por um dirigente durante reunião mediúnica. Segundo ele, caso seja percebido que ela é de grande importância, a carta é enviada para a direção do centro espírita, que divulgará se achar conveniente. Para Rabelo, o cárater, a seriedade e a pureza do trabalho do médium são determinantes durante a avaliação. Além disso, segundo ele, a mensagem deve estar dentro dos padrões da codificação espírita, baseada no evangelho de Jesus.
O presidente da Rádio Rio de Janeiro, de conteúdo espírita, Gerson Monteiro, por sua vez, defende que é possível identificar a veracidade de uma mensagem psicografada através da análise da linguagem e da assinatura do espírito. Mas que, no caso da Cássia Eller, é mais difícil saber, pois “ela não era escritora e não tinha um estilo próprio de escrever”. Além disso, Monteiro diz que a linguagem do espírito pode determinar se ele é superior, inferior ou mediano, ou seja, se tem ou não uma elevação espiritual.
Monteiro destaca que é comum chegarem mensagens apócrifas, ou seja, que não é do autor a que se atribui. Segundo ele, o conhecimento da doutrina espírita pelo médium lhe dará grande segurança, o que não impede que ele fique sujeito a equívocos.
“A Cássia era o Cazuza de saias”
Em um dos trechos, a mensagem cita Cazuza, morto em 1990, aos 32 anos. “Alguém me tocava, de leve, os ombros e chamava-me pelo nome, como se me conhecesse há muito tempo. Eu identifiquei aquela voz e “temia” olhar para trás e confirmar minha impressão auditiva, era Cazuza todo de branco, como lindo enfermeiro, de cabelos cortados bem curtos e estendia suas mãos para que eu levantasse, caminhasse e conversasse um pouco em sua companhia”, diz o trecho.

A artista na época do lançamento de disco com canções de Cazuza.
A artista na época do lançamento de disco com canções de Cazuza. Foto: Zeca Fonseca
Apesar de ter achado o trecho da carta “muito bonito”, Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, diz que não acredita em psicografia. Segundo ela, desde que Cazuza morreu, há 25 anos, já recebeu uma enxurrada de cartas atribuídas a ele, mas, em nenhuma delas, o reconheceu.
- A Cássia e o Cazuza se gostavam muito. Falava muito com a Cássia porque ela gravou dois discos só com músicas do Cazuza e eu dei palpites. Ela era uma gracinha, gostava muito dela. E sempre me disse que era louca por ele. A Cássia era o Cazuza de saias - lembra Lucinha.
O EXTRA entrou em contato com a ex-companheira de Cássia Eller, Maria Eugênia Martins, que não quis comentar o assunto por se tratar de "uma questão muito pessoal”.
Ouça a entrevista com Lucinha Araújo:

Leia a carta que seria de Cássia Eller na íntegra:
"Se eu disser para vocês que o inferno existe, acreditem, pois eu estava mergulhada nele, de corpo e alma, num espaço sombrio e frio, bem interno do ser, dos pés à cabeça, sem tempo, sem luz, nem descanso e afogava-me, a cada segundo, num oceano de matéria viscosa que roubava até minha ilusória alegria… Naquele lugar não havia luz, somente nuvens cinza e chuvas com raios e trovões, gritos estridentes e desesperados, gemidos surdos, pedidos de socorro, lágrimas, desalento, tristeza e revolta…
Preciso descrever mais as cenas dantescas de animais que nos mastigavam e, em seguida, nos devoravam sem consumir nossos corpos; se é que posso dizer que aquilo, que sobrou de mim, era um corpo humano. queria fugir para bem longe dali, mas tudo em vão, quanto mais me debatia no fluido grudento, mais me afundava e, quando alcançava, de novo, a superfície apavorante, mãos e garras afiadas faziam-me submergir naquele líquido pastoso e mal cheiroso.
Dragões lançavam chamas de suas bocas sujas e nos queimavam, machucando e estilhaçando a pouca consciência que me restava da lembrança de minha estada no corpo físico, neste planeta azul. Guardiões das trevas olhavam atentos seus presos e vigiavam todos os movimentos realizados naquele imenso espaço de sofrimentos, dores, lamentos, depressões, angústias e arrependimentos tardios… O ar era ácido e provocava convulsões diversas.
Perguntava-me porque ali estava se nada fizera por merecer tão infeliz destino, depois de ser expulsa do corpo de carne através do uso maciço de drogas. A dúvida assaltava-me os raros momentos de raciocínio menos desequilibrado e as crises de abstinência trancavam todas as portas que dariam acesso à saída daquele campo de penitência de espíritos rebeldes e viciados com eu.
Os filmes de horror que assisti, quando encarnada, estariam ainda muito distantes dos padecimentos, pânicos, pavores e temores que ficariam para sempre registrados na minha memória mental, os piores dias que vivi até hoje, como joguete e marionete de forças que me escravizavam o ser, debilitado, fraco, desprovido de energias, suja, carente e chorosa.
Não me lembrava do que acontecera comigo… Quando o medo é maior que as necessidades básicas, a mente fica encarcerada num labirinto hipnótico e “torporizante” de emoções truncadas e desconectadas da realidade… Assemelha-se a um pesadelo sem fim, sempre com final trágico e apavorante. Quando conseguia conciliar um pequeno tempo de sono; era imediatamente desperta por seres que me insultavam e xingavam, acusavam-me de suicida maldita e jogavam-me lama misturada com pedras… Insetos e anfíbios ajudavam a traçar o perfil horrendo dos anos que passei no umbral. Preciso escrever estas palavras para nunca mais me esquecer: “Com o fenômeno da morte, nós não vamos para o umbral, nós já estamos no umbral quando tentamos forjar as leis maiores da criação com nossas más intenções e tendências viciantes”.
Tudo fica registrado num diário mental que traça nosso destino futuro, no bem ou no mal. O umbral não fora criado por Deus; ele é de autoria dos espíritos que necessitam de um autêntico e genuíno estágio educativo em zonas inferiores, onde poderão se depurar de suas construções aleijadas no campo dos sentimentos e dos pensamentos disformes, mal estruturados e mal conduzidos por nossa irresponsabilidade, de mãos dadas com a imensa ignorância que nos faz seres infelizes e distantes da tão sonhada paz de consciência.
Após alguns anos umbralinos, despertei numa tarde serena, num campo verdejante e calmo. Não acreditava no que via, pois tudo, agora, parecia um sonho… Percebi, ao longe, o canto de uma ave que insistia em acordar-me daquele pesadelo no qual já me acostumava a viver; a morrer todos os dias… Seu canto era uma música que apaziguava meu coração e aguçava meus pensamentos na lembrança de como fui parar ali naquele campo gramado e repleto de árvores. Consegui sentar-me na relva e ao olhar todo aquele espaço natural, deparei-me com milhares de outros seres como eu, nas mesmas condições de debilidade moral, usufruindo, agora, de um bem que não merecia, mas vivia ! Todos nós dormíamos e fomos despertos com música e preces em favor de todos os presentes…
A maioria era de jovens e adultos, poucos idosos e centenas de enfermeiros que olhavam atentos para nossos movimentos no gramado. Com seus olhos serenos, projetavam em nós a mansidão e a paz tão esperadas por nossos corações enfermos, débeis e carentes de atenção, de afeto e carinho.
Alguém me tocava, de leve, os ombros e chamava-me pelo nome, como se me conhecesse há muito tempo. Eu identifiquei aquela voz e “temia” olhar para trás e confirmar minha impressão auditiva, era Cazuza todo de branco, como lindo enfermeiro, de cabelos cortados bem curtos e estendia suas mãos para que eu levantasse, caminhasse e conversasse um pouco em sua companhia. Não consegui me levantar, porque uma enxurrada de lágrimas vertia dos meus olhos, como nascente de rio descendo a montanha das dores que trazia no peito. Meu ídolo ali estava resgatando e cuidando de sua fã, debilitada e muito carente. Ele cantou pequena canção e tive a capacidade de avaliar o que Deus havia reservado para aqueles que feriam suas leis e buscavam consolo entre erros escabrosos e desconcertantes.
A misericórdia divina sempre conspira a nosso favor, nós desdenhamos do amor divino com nossas desatenções e desequilíbrios das emoções comprometedoras, que arranham e esmagam as mais puras sementes depositadas no ser imortal. aprendi palavras boas ! Somente agora enxergo que sou espírito e que a vida continua e precisa seguir o curso natural das existências, como na roda-gigante: hora estamos aqui no alto; hora estamos aí embaixo encarnados. Daqui de cima, parece ser mais fácil compreender porque temos de respeitar as leis e descer num corpo físico para, igualmente, quando aí estivermos, conquistarmos, pelo trabalho no bem, a lucidez que explica porque há a reencarnação, filha da justiça divina.
Após um tempo no campo reconfortante, fui reconduzida para um hospital onde me recupero até hoje dos traumas e cicatrizes que criei no corpo do perispírito. As lesões que provoquei foram muito graves, passei por várias cirurgias espirituais e soube que minha próxima encarnação será dolorosa e expiarei asma, deficiência mental e tuberculose. Mesmo assim, estou reunindo forças para estudar, pois sempre guardamos, no inconsciente, todos os aprendizados conquistados. Reencarnarei numa comunidade carente no interior do Brasil e passarei por muitos reveses, para despertar em mim o valor da vida do espírito na pobreza e na doença crônica. Peço orações e a caridade dos corações que já sabem o que fazem e para onde desejam chegar. Invistam suas forças e energias espirituais em trabalhos de auxílio ao próximo e serão, naturalmente, felizes. Obrigada por me aceitarem como necessitada que sou!"

“Os jardins dos planos de Deus” – Psicografia de Ayrton Senna da Silva

Toda conquista interna representa dentro de nós o florescimento da ascensão. Não vamos confundir com vitórias profissionais. Conquistas internas são laboratórios que fazemos no dia a dia para efetuarmos a transformação necessária em nós mesmos. Quem não se vê, não consegue modificar ou efetuar as devidas correções em sua alma.
A Terra é uma escola e nela podemos alcançar o burilamento das nossas almas sem nos violentar, pois o que a alma requer é somente sabedoria e libertação.
Fui por esse caminho sem revelar a ninguém. Todos os dias me olhava como ser que poderia melhorar não somente a minha velocidade física, mas a interna. Esse processo se acelerou muito mais quando tive uma visão cósmica da figura amorosa do próprio Cristo.
Não foi uma visão demorada, mas Ele se mostrou dentro de mim e me senti realmente imperfeito para aquele momento. Contudo, eu tinha um caminho a percorrer, que não era das pistas sinuosas de nenhum autódromo, mas do meu autódromo particular. Tinha realmente, de superar-me e também de me surpreender com as vitórias alcançadas. E assim, minha alma seguiu livre sem nenhuma trava.
Deixava-me devanear pensando como seriam os jardins de Deus em Suas moradas. Acho que minha alma me dizia para ter pressa em relação a esse campeonato interno, o que com certeza me favoreceu mais tarde a adaptação na minha nova morada.
Alguém me mostrava distante os planos verdes de Deus e em fração de segundos me sentia muito mais integrado a realidade divina.
Entretanto, achava-me imperfeito para comentar tais experiências. O fato é que cada dia me tornava mais leve e mais gente, mais ser. Era um sentimento muito forte que me fazia devanear em certos momentos.
Hoje sei que era uma preparação e um treinamento que minha alma necessitava passar.
O fato é que quando aqui cheguei dormi bastante para que não me ressentisse com a saudade e com o choque daqueles que acreditavam em mim e que me amavam.
É mesmo um susto muito grande você se ver fora do corpo físico. Quanto a mim parecia que eu já sabia o que estava predestinado à minha pessoa em relação ao que aconteceu.
Fui muito preparado pela bondade do Senhor de nossas vidas através dos Seus intercessores.
Após a recuperação eu fiquei curioso com relação aos jardins mágicos, coloridos e diversificados de Deus que via rapidamente, em minha mente quando estava na Terra.
Quis comprovar. É lógico que perguntei primeiro se eu era merecedor, ao que me foi confirmado. Foi uma experiência que me marcou pela emoção da comprovação. Realmente, eram bem mais belos e muito mais concretos, perfumados. Rosas, miosótis, lírios, cravos e mais outras rosas que não existem na Terra. Ajoelhei-me reverenciando os jardins de Deus. Aquele era um presente que jamais ganhei na Terra!

A vontade de servir, agradecer, era forte. Emoções que se misturavam dentro do meu ser.

Nessa perfeita oportunidade conheci meu Anjo Guardião que somente se tornou visível quando presenciei as flores plantadas nos terrenos espirituais de Deus!
Que belo é o Anjo que me acompanhou a vida inteira e que me transportou sempre a uma conduta amiga e respeitável frente a todos que conviveram comigo na Terra.
Chorei sem lágrimas agradecido à vida, ao momento e antecipadamente, a todas as alegrias que viveria após aquele instante!
Não poderia deixar de lhes falar dessa inigualável experiência, pois o recebimento desse troféu coroou de paz e Luz o meu espírito que viverá para sempre, como Ayrton Senna, ou simplesmente, como obra da criação divina feita para o amor incondicional aqui em Seu Plano ou em outro ensejo quando voltar à Terra para missão maior de amor à humanidade, pois para isso me preparo a cada dia.
Ayrton Senna é uma etapa passada e muito abençoada. No futuro serei José, Manoel ou João, mas procurarei seguir o que minha essência deseja: “Amar muito a mim mesmo, a Deus e a humanidade que precisa de auxílio e encorajamento para sua evolução, e junto, a própria evolução do planeta Terra não em velocidade, mas com consciência de que a vida é o maior troféu em Luz imorredoura que teremos em mãos para todos os séculos.”
Sou grato ao Divino Criador, ao Cristo, a Santa Mãe e a todos aqueles que juntos buscam ajudar aos nossos amigos e irmãos cujas almas na Terra continuam enfermas e infelizes.
Rogo ao Pai o ensejo de voltar em comitiva à Terra juntamente, com amigos benevolentes que sempre descem somente para lhes ajudar.
E nessa oportunidade agradeço de joelhos também à amada madre Teresa de Calcutá com quem tive o privilégio de conviver na Crosta terrestre, em missão saneadora da Terra, a quem devo muito aprendizado pela doçura do seu coração e pelo amor que continua transmitindo, não somente aos pobres de dinheiro, mais aos pobres e enfermos de espírito.
Todo meu amor à minha família térrea e à minha família universal.
Psicografia: “Os jardins dos planos de Deus”.
Canal: Francyska Almeida. Julho de 2007 – Fortaleza/Ceará – Brasil.

mensagem psicografada Raul Seixas

Sobre drogas
Olha o alerta de raulzito


Leia abaixo  pelo médium Nelson Moraes no dia 23 de março de 2002 e atribuída ao espírito de Raul Seixas. O médium lançou dois livros inspirados pelo espírito Zílio, "Um Roqueiro no Além" e "Há Dez Mil Anos".

Clique aqui para ler mais:
http://www.forumespirita.net/fe/comunicabilidade-dos-espirit...

“Frente à realidade que me surpreendeu, a metamorfose agora é outra! A Sociedade Alternativa não acontece no embalo dos sonhos mal sonhados, nasce na individualidade daqueles que vivem na real.

Vivi como um cometa que passa e causa espanto, não consegui ajustar-me na órbita que poderia sustentar-me na trajetória rumo a felicidade que sonhei para mim e para os outros. Porém, ainda não apaguei, vou continuar entre a luz e a sombra, procurando minha própria luz em constante metamorfose.

Voltei sem alarde, faço da mente do médium o meu telégrafo para revelar ao mundo das ilusões a verdadeira Sociedade Alternativa, que nos aguarda no universo infinito e que deve ser construída no universo íntimo de cada um, aí e agora.

Depois de atravessar os vales escuros da dor e do sofrimento, minha visão ampliou-se e pude compreender que aqueles que buscam afogar suas ansiedades e frustrações nas drogas químicas e alcoólicas são como epiléticos criados artificialmente, os quais sofrem e fazem sofrer. Por isso, vejo-me na obrigação consciencial de informar aos companheiros que estão a caminho que o sofrimento não pára aí, ele se estende pelos vales espirituais, onde a epilepsia se torna real, processando a duras penas os elementos venenosos inseridos no corpo perispiritual.

Muitas vezes, embalados pelo sonho e pelo lirismo dos poetas e pelo modismo estimulado pela sociedade de consumo, deixamos de enxergar a realidade à nossa volta e buscamos distrair a nossa consciência das responsabilidades inerentes à verdadeira finalidade da vida. Conseqüentemente, alteramos o valor das coisas e os conceitos sobre juventude, lar, família e objetivos, deixando cair vertiginosamente o nosso amor próprio e o amor por aqueles que nos são caros.

Nesse conceito equivocado, tudo se torna lícito, até mesmo o que não convém. Os que viveram esse tipo de liberdade na Terra, como eu, hoje superlotam os vales das sombras à semelhança de larvas, arrastando-se entre o limo e as escarpas dos abismos espirituais, situação que, em alguns casos, pode se prolongar por longos séculos.

Antes de questionar a vida, questione a si mesmo, analise seus conceitos, seus sentimentos, sua gratidão por aqueles que o ajudaram a renascer na Terra e, com certeza, você encontrará uma grande razão para viver e lutar contra o único inimigo que pode derrotá-lo: você mesmo!”

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Mantenha a fonte ao citar o texto: Raul Seixas: Em carta psicografada, o alerta sobre a Sociedade Alternativa e as drogas?http://whiplash.net/.../curiosi.../209206-raulseixas.html... 
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

LIÇÃO DO TEMPO Karma

LIÇÃO DO TEMPO
Karma
"Quando um pássaro está vivo, ele come as formigas, mas quando o pássaro morre, são as formigas que o comem. Tempo e circunstâncias podem mudar a qualquer minuto. Por isso, não desvalorize ou machuque ninguém e nenhuma coisa à sua volta. Você pode ter poder hoje, mas, lembre-se: O tempo é mais precioso do que qualquer um de nós! Saiba que uma árvore faz um milhão de fósforos, mas basta um fósforo para queimar milhões de árvores. Portanto, seja bom. Faça o bem!"